sexta-feira, 29 de maio de 2009

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Paixão

Acho uma graça quando os "meninos" da redação se reunem para discutir futebol perto da mesa de algum deles. Sempre reunem-se repórteres, editores, chargista, diagramador e falam com o maior entusiamo sobre futebol. Não sobre esse ou aquele time, esse ou aquele jogador. Eles falam de futebol. E a paixão com que falam é apaixonante. E muito fofo. E sempre eu digo a mesma coisa: "É demais ouvir vcs falando de futebol". E num papo com um deles eu disse que, tirando minha família, não tenho grandes paixões. Engraçado que eu tinha esquecido que tenho duas: Zé Ramalho e Zeca Baleiro. São paixões pq viajo quando ouço um dos dois. É paixão arretada.... Que bom, fiquei feliz..... tava me achando tão esquisita....

Sepulcro caiado

Será que a gente conhece realmente as pessoas que nos cercam? Será que dá pra confiar nos confiáveis? Porque o ser humano é capaz de surpreender a cada dia. E não precisa ser alguém que não seja tão próximo. Pode ser um marido, um filho, o melhor amigo. Cada dia tenho mais a certeza de que o homem é imprevisível. E me incluo nisso. Eu mesma tenho os meus rompantes, faço coisas que não faria e digo coisas que pensava que nunca diria. Mas que enche viver remando, remando, remando.... pra uma pessoa, uma única pessoa, detonar a ralação de uma vida. Eu não gosto, mas admito que o "Cria fama, deita na cama" é o mais verdadeiro ditado que conheço. Mas ainda assim defendo que a gente tem que ser o que é. Aqui, lá, acolá. Fazer tipo não é comigo, acho coisa de gente sem personalidade. Porque o que a gente é um dia aparece, ô se aparece. O que vale é deitar na cama com a consciência tranquila. Porque defeito todos têm. A sabedoria é assumí-los e não dar uma "sepulcro caiado".

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Meu lado direito

Não entendo nada de anatomia, nem de medicina, mas uma coisa me intriga. Hoje acordei totalmente resfriada. Não sei bem se é um resfriado ou uma crise alérgica, mas estou com a cabeça esquisita, como se todos os buraquinhos dela estivessem tapados. Olhos, ouvidos, nariz e boca. Não, boca não. Se taparem minha boca, morro. Voltando ao intrigante. Minha narina está escorrendo e meu olho não pára de lacrimejar. Sim, minha narina e meu olho. Não que me falte uma narina ou um dos olhos. É que tá td concentrado do lado direito. A narina do lado esquerdo está normal, assim como o olho desse lado do rosto. Num é estranho? Chorar com um olho só? Não achei que seria possível, mas é isso mesmo que está acontecendo. E olha, que sensação horrível! Se é pra ficar resfriada, ou em crise alérgica, que seja por inteiro. Pelo amor de Deus, pela metade é o ó.

Coréia

Vivemos em um mundo, considerado hoje, sem fronteiras. A notícia chega com o fato ainda quente e o planeta ficou realmente pequeno com a velocidade da informação. Nunca se falou tanto em sustentabilidade, em preservação, em como precisamos mudar de atitude para que a nossa cansada Terra não pereça. Aí vem um doido, de um país miserável, que deixa seu povo à míngua em detrimento de um exército superfortalecido para nos mostrar que, de uma hora para outra, podemos estar - nós todos do planeta - à beira de uma guerra nuclear. E o que nós, reles mortais, podemos fazer para não cairmos em mãos similares a de um Pyongyang? O que o mundo pode fazer para não sucumbir às loucuras de um chefe de Estado dos moldes do norte-coreano?
Fico estarrecida com cada notícia que leio sobre a afronta da Coréia do Norte ao mundo testando armas nucleares. E ontem fiquei mais preocupada ainda porque, embora eles não tenham tecnologia para acoplar uma bomba nuclear em um míssil, podem muito bem vendê-la a grupos terroristas.
Nem sei direito como acabar esse texto. Nem sei se ele deve ser acabado. Acho que deve ficar aberto, assim como nossas mentes em relação ao mundo profundamente materialista que está diante de nossos olhos. E que pode acabar num piscar deles.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

'Depecionante'

Sábado Gico teve mais uma das inúmeras festinhas dos amigos da escola. Fomos comprar o presente para a amiga (que estava fazendo seis anos). Beleza. Eu queria dar um jogo, uma bolsinha. Ele queria dar uma Barbie - e com acessórios. Acabamos comprando uma, SEM acessórios.
Levamos pra festa e três horas depois fomos buscar. Encontro meu filho cabisbaixo.
- Vamos?
- Espera que vou pegar meu tênis.
Andando até o carro (o condomínio era grande), eu perguntei:
- E aí, como foi a festa?
- A pior da minha vida.
- Por que, filho?
Ele, com a cara mais triste do mundo (e uma boa dose de drama - que ele puxou da mãe), me diz:
- Mamãe, veja só. Primeiro: teve uma gincana e meu time perdeu. E os prêmios eram bons. Segundo: eu torci meu pé na cama elástica. Depois veio o bolo e eles cantaram "com quem será" e eu tive que aceitar. Aí duas 'tias' vieram perguntar o que eu tinha. Eu não falei nada. E elas começaram 'Tá com vergonha! Tá com vergonha!'
- Nossa filho, que chato...
- É, mas não acabou.
- Não??????
- Sabe o fulando que estuda na minha sala?
- Sei.
- Fez xixi na minha meia nova.
Bom, não deu pra segurar, eu caí na gargalhada.
- Ria, ria mesmo, mamãe, ria, ninguém nunca fez xixi na sua meia nova, fez?????
Aí meu coração já tava apertado.....
- Filho, não liga....
- Ligo sim. O 'com quem será' foi o pior de tudo, até o pai dela cantou.... Mamãe, esse dia foi muito depecionante....
- Decepcionante, filho....
- É.......

sábado, 23 de maio de 2009

"Irsão"


Esse meu irmão é uma figura. Ontem eu disse uma coisa que há mto tempo não ouvia e me lembrei das coisas engraçadas que ele sempre dizia quando eu era pequena. Um pequeno dicionário 'irsiano'.
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Safadama do catchubiriba da catcheca - Usado como resposta para quando você não quer contar onde vai ou foi. "Wilson, onde vc vai?" "Lá na safadama do catchubiriba da catcheca.
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Van Futssenberg Tantofaz - Usado para uma simples resposta 'tanto faz'. "Vc quer pão com presunto ou mortadela?" "Segundo Van Futssenberg Tantofaz ...." E parava por aí.....
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Mesma coisa é um caminhão de japonês dirigido por um chinês - Essa não é uma resposta, é uma observação pra quando você responde a ele 'é a mesma coisa'.
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Judas c.... no deserto e limpando o c... com areia - Essa resposta era dada quando eu era pequena e ele ia ao cinema. "O que vc vai assistir?" "Judas c.... (fazendo cocô) no deserto e limpando o c... (bumbum) com areia"
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Reflexões sobre dúvidas - Quando a gente tinha algum questionamento, não sabia direito a resposta, ele dizia: "Se a gata entra dentro do forno e tem filhotes, os filhotes são gatinhos ou pãezinhos?"
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Por essas e mais outras que é uma maravilha ter nascido numa casa com mais sete irmãos....... A gente acaba tendo uma curtura (!) impressionante.......

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Meu nome é MULHER!

No princípio eu era a Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi: Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER..!!!!

(O Autor é Desconhecido, mas um verdadeiro sábio...)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Mamãe e gatinho

- Mamãe, vamos brincar de mamãe gata e gatinho?
- Vamos.
- Faz de conta que a gente estava em um navio, indo pra Nova York. E a gente estava no bagageiro do navio.
- Ok.
- Agora eu vou me fantasiar de gente pra comprar leite pra gente. Seu óculos com nariz está aí?
- Está, pode pegar.
- E seu bigode?
- Tá aqui.
- E seu chapéu de pano?
- Pode pegar.
- Pronto. Logo a gente chega em Nova York.
- Acho que não filho, ir de navio pros Estados Unidos demora muito.
- Mas nós não vamos pros Estados Unidos, vamos pra Nova York.
- Nova York fica nos Estados Unidos, filho....
- Ah.... não sabia....... Bom, então vamos de avião.... E cuidado porque este vôo está cheio de cachorros....
- Não se preocupe, vou vestir minha fantasia de cachorro.
- Mamãe, isso não vai dar certo. Cachorros tem muitas habilidades e uma delas é o olfato......
Então tá!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Absurdo!

Eu não sou nenhum exemplo de mãe. Tenho várias qualidades, mas muuuuuitos defeitos. Mas confesso que fiquei estarrecida com uma cena que vi no site do Terra, a pequena Maísa chorando de medo de um menino maquiado de monstro. A cena foi levada ao ar ontem, no programa do Sílvio Santos, aquela coisa maravilhosa, cheia de cultura e boas maneiras.
Bom, deixando de lado o SS, fiquei pensando na mãe da menina. Como mãe da menina. Desde pequena escuto minha mãe "recitando" o velho ditado "Quem meu filho beija, minha boca adoça". E para mim o contrário vale tbém. Quem judia do meu filho, a mim judia. O que será que a mãe da pequena sentiu ao ver sua filha aterrorizada enquanto o "cara do baú" ria de seu pavor? Dizendo que a menina amarelou? Isso porque ela já tinha confidenciado ao "patrão" que havia chorado ao ver o tal "monstro".
E eu pergunto: pra essas barbaridades existe um conselho tutelar? Porque essa não deixa de ser uma forma de violência. Ainda por cima em rede nacional, com milhões de "colegas de auditório" vendo a cena. E rindo. Rindo do medo de uma inocente, uma menina que a cada dia perde mais a ingenuidade. Não é de hoje que aprendi que criança tem que ser criança. Levar vida de criança. Ser cuidada, amada, protegida. Em nome de que e de quem pode-se fazer coisas desse tipo com uma menina de 6 anos?
Fica registrado aqui, adiantando ou não, pessoas lendo ou não, o meu protesto. Protesto contra o grosseiro, contra a falta de amor, contra todo e qualquer tipo de exploração.

sábado, 9 de maio de 2009

As profissões de minha mãe

Minha mãe foi, com certeza, a mulher que mais profissões exerceu em toda sua longa vida, sem ter sequer concluído o curso fundamental. Tudo que ela aprendeu foi nas primeiras quatro séries que cursou, quando criança. Contudo, era de uma sabedoria sem par.
Descobri que minha mãe era uma decoradora de grandes qualidades, à medida que eu crescia e observava que ela sempre tinha um local no melhor móvel da casa, para as pequenas coisas que fazíamos na escola, meu irmão e eu. Em nossa casa, nunca faltou espaço para colocar os quadrinhos, os desenhos, os nossos ensaios de escultura em barro tosco. Tudo, tudo ganhava um espaço privilegiado. E tudo ficava lindo, no lugar que ela colocava.
Descobri que minha mãe era uma diplomata, formada na melhor escola do mundo (nosso lar), todas as vezes que ela resolvia os pequenos conflitos entre meu irmão e eu. Fosse a disputa pela bicicleta, pela bola, pelo último bocado de torta, de forma elegantemente diplomática ela conseguia resolver. E a solução, embora pudesse não agradar os dois, era sempre a mais viável, correta, honesta e ponderada.
Descobri que minha mãe era uma escritora de raro dom, quando eu precisava colocar no papel as idéias desencontradas de minha cabecinha infantil. Ela me fazia dizer em voz alta as minhas idéias e depois ia me auxiliando a juntar as sílabas, compor as palavras, as frases, para que a redação saísse a contento.
Descobri que minha mãe era enfermeira, com menção honrosa, toda vez que meu irmão e eu nos machucávamos. Ela lavava os joelhos ralados, as feridas abertas no roçar do arame farpado, no cair do muro, no estatelar-se no asfalto. Depois, passava o produto antisséptico e sabia exatamente quando devia usar somente um pequeno band-aid, o curativo ou a faixa de gaze, o esparadrapo.
Descobri que minha mãe cursara a mais famosa Faculdade de Psicologia, quando ela conseguia, apenas com um olhar, descobrir a arte que tínhamos acabado de aprontar, o vaso que tínhamos quebrado. E, depois, na adolescência, o namoro desatado, a frustração de um passeio que não deu certo, um desentendimento na escola. Era uma analista perfeita. Sabia sentar-se e ouvir, ouvir e ouvir. Depois, buscava nos conduzir para um estado de espírito melhor, propondo algo que nos recompusesse o íntimo e refizesse o ânimo.
Era também pós-graduada em Teologia. Sua ciência a respeito de Deus transcendia o conteúdo de alguns livros existentes no mundo. O seu era o ensino que nos mostrava a gota a cair da folha verde na manhã orvalhada e reconhecer no cristal puro, a presença de Deus.
Que nos apontava a fúria do temporal e dizia: Deus vela. Não se preocupem. Que nos alertava a não arrancar as flores das campinas porque estávamos pisando no jardim de Deus. Um jardim que Ele nos cedera para nosso lazer, e que devíamos preservar.
Ah, sim. Ela era uma ecologista nata. E plantava flores e vegetais com o mesmo amor. Quando colhia as verduras para as nossas refeições, dizia: Não vamos recolher tudo. Deixemos um pouco para os passarinhos. Eles alegram o nosso dia e merecem o seu salário. Também deixava uns morangos vermelhinhos bem à mostra no canteiro exuberante, para que eles pudessem saboreá-los. Era sua forma de manifestar sua gratidão a Deus pelos Seus cuidados: alimentando as Suas criaturinhas.
Minha mãe, além de tudo, foi motorista particular. Não se cansava de ir e vir, várias vezes, de casa para a escola, para a biblioteca, para o dentista, para o médico, para o teatro e de volta para casa.
Também foi exímia cozinheira, arrumadeira, passadeira, babá. E tudo isto em tempo integral. Como ela conseguia, eu não sei. Somente sei que agora ela está na Espiritualidade. E Deus, como recompensa, por tantas profissões desempenhadas na Terra, lhe deu uma missão muito, muito especial: a de anjo guardião dos filhos que ficaram na bendita escola terrena.

Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 12, ed. Fep.
Em 08.05.2009.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Verde

Contrariando todas as expectativas e todos os sonhos que eu achava que um dia ia alcançar, encontrei-me. Não foi daqueles encontros holiudianos (essa eu aportuguesei por conta própria), mas de um intensidade fatal. O chão abriu e eu caí num grande buraco. Um buraco cheiroso, fofo, macio, quente e calmo. De repente fui vendo que o buraco não era tão fofo assim, embora continuasse cheiroso. Passou a ser para mim um buraco seguro. O meu esconderijo. Lá, onde eu poderia ser eu mesma. E assim foi e assim é. Meu refúgio. Tenho medo de sair dele, de encontrar outros lugares, de conhecer outros aromas. Mas esse medo não me impede de tentar. Hoje nada mais me impede de tentar. De buscar outros sabores, outras texturas, outras cores. De repente nem precisa ser outro buraco. Pode ser um terreno plano, de onde eu enxergue o mundo. Ou pelo menos, o mundo que cerca o meu mundo. E esse meu mundo tem se tornado cada dia menor. Não quero. Quero um mundo maior, bem grandão. Daqueles que a gente não consegue ver, mas que sabe que é uma imensidão. Uma imensidão azulada, esverdeada, amarelada, com as cores da natureza. Verde. Um verde que acalma a alma.

O maior e melhor presente no Dia das Mães







quinta-feira, 7 de maio de 2009

Espera....

Cá estou eu, esperando a coluna do Nassif para fechar o caderno de amanhã.... Enquanto ela não vem, escuto pela milionésima vez, O Grande Encontro. E divagando nas vozes desses nordestinos maravilhosos..... Não sei explicar o quanto eu amo a música deles. Zé Ramalho é meu preferido desde não sei quantos anos.... Geraldo Azevedo vem em seguida.... Não fui apresentada a nenhum deles, descobri sozinha, ainda menina. E esse amor me acompanha. Já me imaginei frente a frente com o Zé muitas vezes... E eu que nunca pedi autógrafo a ninguém e acho que nunca pedirei, tenho certeza que vou ter tremedeira. Aquela voz poderosa, de trovão, aquele jeito de quem não é desse mundo.....
Enquanto Nassif não vem, sonho ao som do Zé.....

A revanche


Cena italiana


Bi-nonna, Angelica e a mamãe orgulhosa "Gigia"...

Dia das Mães

Filho coalhado de sono, 21h e pouco, com calça jeans, meia, tênis, camiseta e casaco.
- Filho, vamos colocar pijama, não vai dormir de roupa.
- Nãããããããããoooooo.....
- Filho, vamos, é rapidinho, assim você dorme melhor....
- Nãããããããããããããoooooooo.....
- Vamos, ajuda aqui, levanta os braços!
- Nããããããããããããããããoooooooo....
E chora, chora, chora. Mãe, já sem um pingo de paciência:
- Giovanni, levanta esses braços, preciso trocar de camiseta!!!!! Pelo amor de Deus!!!!!
- NÃO!!!!
A mãe entra numa espécie de loucura: AGORA JÁ CHEGA! E troca a roupa no meio de gritos e muito choro. E ainda escuta:
- Também não vai ganhar presente de Dia das Mães. Eu não vou dar nada pra você. Você não merece. MÃE CHATA!
Então tá. Em dois segundos, o anjinho já tava dormindo.....

Descanso


O bebê não dorme? Põe em cima da máquina de lavar.... risos..... Angelica tá ou não tá maravilhosa??????

domingo, 3 de maio de 2009

Dardos


O Rô, amado Rô - autor do blog Dando Nota, indicou esta semana o A rapadura é doce, mas não é mole ao Prêmio Dardos, uma espécie de selo de certificação que corre entre blogueiros que se comunicam virtualmente entre seus endereços.
Por isso estou postando aqui o selo, seguindo as regras estabelecidas. O Rô explicou que, de acordo com as regras, devo indicar cinco endereços. Estou indicando os que vejo sempre, de gente especial, deliciosos de ler.
Minhas indicações:

Caipira Polita, de Patrícia Polacow
Chucrute com salsicha, de Fernanda Guimarães
Música no Elevador e Argúcia de pedra: Pedro, do vô Chico.
Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web”.
E as regras são:
1) Exibir a imagem do selo;
2) Linkar o blog pelo qual você recebeu a indicação;
3) Escolher 5 outros blogs a quem entregar o Prêmio Dardos;
4) E avisá-los, claro!